Nacional
06/08/2008 - 16:55
Sobre a política brasileira, Rachel destacou ainda que o governo tem uma série de indicadores e pesquisas para avaliar como a educação ambiental está sendo desenvolvida nas escolas. Um dos índices mostrou que entre 2003 e 2007 houve um avanço da reciclagem do lixo das escolas. "O índice como um todo pode ser considerado baixo de 4% para 11% das escolas adotam medidas de cuidado com o lixo, mas é importante perceber que no Norte e no Nordeste do país identificamos uma redução significativa da queima do lixo", contou.
No primeiro dia do evento (terça-feira, 5), Rachel Trajber apresentou as diretrizes das conferências infanto-juvenis, explicando como o Brasil começou a realizá-las em 2003 e como está estruturando a internacional de 2010. "O presidente Lula convidará os presidentes dos outros países e nossas embaixadas convidarão os ministérios de Educação. Nós atuaremos diretamente com o comitê internacional", explicou Rachel.
A expectativa do Ministério da Educação é reunir mil pessoas no Brasil para realizar a Conferência Internacional, em 2010. "Temos o desafio de desenvolver um projeto pedagógico de educação ambiental para escolas e de termos uma educação construtiva, que ajude a desenvolver valores como a inclusão, a diversidade e a socialização", afirmou. Rachel contou que no próximo ano, o MEC participará de eventos internacionais em países como Japão, França e Reino Unido onde apresentará a proposta e convidará os participantes.
As Conferências Nacionais realizadas em 2003 e 2005 contaram com a participação de 21 mil escolas e 7,5 milhões de pessoas. Todas as escolas recebem um material com um passo-a-passo da elaboração da Conferência. As escolas devem, entre outras ações, escolher um tema dentro da questão ambiental para trabalhar. Em 2003, 80% dos colégios escolheram como o tema a água. "É um tema que está muito próximo do cotidiano das crianças, elas gostam de tratar sobre isso", afirmou Rachel.
A abertura da Conferência contou com a participação de Carlos Fernández-Jauregi, especialista da Unesco, da coordenadora de Educação Ambiental do Ministério da Educação, Rachel Trajber, e da representante do Ministério do Meio Ambiente, Maria do Carmo Zinato.
Na segunda semana de agosto, será apresentada a Semana do Brasil. Entre os dias 11 e 13 de agosto, a Tribuna da Água receberá 40 representantes de diversos órgãos brasileiros, que levarão temas como os avanços na gestão de recursos hídricos. O Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (DNOCS) aproveitará para comemorar o seu centenário na EXPO 2008.
Para o diretor Nacional de Recursos Hídricos e comissário do Brasil na Expo 2008, João Bosco Senra, a participação brasileira, que só é menor que a espanhola, mostra o comprometimento do governo brasileiro com os recursos hídricos, além de abrir portas para novas parcerias e cooperações. "Estamos satisfeitos em poder mostrar a todos como o país, que mais concentra água no seu território, está trabalhando para fazer a sua parte nos avanços da governança desses recursos".
UNESCO e Educação Ambiental
Depois da apresentação do MEC, o representante da Unesco do País Basco, Josu Sanz, apresentou a palestra Educação Ambiental no País Basco: o direito humano à água e o resumo do IDH 2006 para jovens". Sanz relatou as iniciativas locais para estimular a consciência sobre as questões ambientais, envolvendo as escolas. Há sete anos, foi criada a Agenda 21, que oferece meios de desenvolver políticas educacionais com foco em meio ambiente. Até 2010, a expectativa todas as escolas tenham aderido à Agenda 21. Todas as publicações produzidas para escolas também estão no idioma basco.
Brasil se destaca na Expo Zaragoza 2008 e apresenta sua política de educação ambiental
As políticas estruturantes da educação ambiental do Brasil foram os temas apresentados nesta quarta-feira (6) na Expo Zaragoza 2008, na Espanha, dentro do evento Brasil 2010 - Conferência Internacional Infanto-juvenil pelo Meio Ambiente, realizado pelo Ministério da Educação do Brasil, no pavilhão da ONU na EXPO 2008.
A coordenadora de Educação Ambiental do Ministério de Meio Ambiente, Rachel Trajber, fez a apresentação "Política de Educação Ambiental no Brasil". O foco da exposição foi explicar aos presentes como o país elaborou e executa a educação ambiental. "Os Ministérios da Educação e Meio Ambiente são os responsáveis pela execução desta política. O nosso desafio é levar educação ambiental para 180 milhões de pessoas, que devem sempre passar os seus conhecimentos e recebe outros conhecimentos de forma a termos um sistema construtivista na educação ambiental", afirmou Rachel.Sobre a política brasileira, Rachel destacou ainda que o governo tem uma série de indicadores e pesquisas para avaliar como a educação ambiental está sendo desenvolvida nas escolas. Um dos índices mostrou que entre 2003 e 2007 houve um avanço da reciclagem do lixo das escolas. "O índice como um todo pode ser considerado baixo de 4% para 11% das escolas adotam medidas de cuidado com o lixo, mas é importante perceber que no Norte e no Nordeste do país identificamos uma redução significativa da queima do lixo", contou.
No primeiro dia do evento (terça-feira, 5), Rachel Trajber apresentou as diretrizes das conferências infanto-juvenis, explicando como o Brasil começou a realizá-las em 2003 e como está estruturando a internacional de 2010. "O presidente Lula convidará os presidentes dos outros países e nossas embaixadas convidarão os ministérios de Educação. Nós atuaremos diretamente com o comitê internacional", explicou Rachel.
A expectativa do Ministério da Educação é reunir mil pessoas no Brasil para realizar a Conferência Internacional, em 2010. "Temos o desafio de desenvolver um projeto pedagógico de educação ambiental para escolas e de termos uma educação construtiva, que ajude a desenvolver valores como a inclusão, a diversidade e a socialização", afirmou. Rachel contou que no próximo ano, o MEC participará de eventos internacionais em países como Japão, França e Reino Unido onde apresentará a proposta e convidará os participantes.
As Conferências Nacionais realizadas em 2003 e 2005 contaram com a participação de 21 mil escolas e 7,5 milhões de pessoas. Todas as escolas recebem um material com um passo-a-passo da elaboração da Conferência. As escolas devem, entre outras ações, escolher um tema dentro da questão ambiental para trabalhar. Em 2003, 80% dos colégios escolheram como o tema a água. "É um tema que está muito próximo do cotidiano das crianças, elas gostam de tratar sobre isso", afirmou Rachel.
A abertura da Conferência contou com a participação de Carlos Fernández-Jauregi, especialista da Unesco, da coordenadora de Educação Ambiental do Ministério da Educação, Rachel Trajber, e da representante do Ministério do Meio Ambiente, Maria do Carmo Zinato.
Na segunda semana de agosto, será apresentada a Semana do Brasil. Entre os dias 11 e 13 de agosto, a Tribuna da Água receberá 40 representantes de diversos órgãos brasileiros, que levarão temas como os avanços na gestão de recursos hídricos. O Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (DNOCS) aproveitará para comemorar o seu centenário na EXPO 2008.
Para o diretor Nacional de Recursos Hídricos e comissário do Brasil na Expo 2008, João Bosco Senra, a participação brasileira, que só é menor que a espanhola, mostra o comprometimento do governo brasileiro com os recursos hídricos, além de abrir portas para novas parcerias e cooperações. "Estamos satisfeitos em poder mostrar a todos como o país, que mais concentra água no seu território, está trabalhando para fazer a sua parte nos avanços da governança desses recursos".
UNESCO e Educação Ambiental
Depois da apresentação do MEC, o representante da Unesco do País Basco, Josu Sanz, apresentou a palestra Educação Ambiental no País Basco: o direito humano à água e o resumo do IDH 2006 para jovens". Sanz relatou as iniciativas locais para estimular a consciência sobre as questões ambientais, envolvendo as escolas. Há sete anos, foi criada a Agenda 21, que oferece meios de desenvolver políticas educacionais com foco em meio ambiente. Até 2010, a expectativa todas as escolas tenham aderido à Agenda 21. Todas as publicações produzidas para escolas também estão no idioma basco.
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